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Um dia que ficará na memória das crianças!
12 September 2025

Escrito por: Janete Carolina Deters

Um dia inesquecível na Chácara da Escola.  No decorrer deste mês, nossos estudantes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais viveram uma experiência única: um passeio especial à Chácara da Escola, no Lago Oeste. Foi uma manhã repleta de alegria, descobertas e momentos de convivência que ficaram guardados na memória de cada criança.

Mais do que um simples passeio, a proposta promoveu a confraternização, celebrou a amizade e fortaleceu os valores franciscanos que cultivamos ao longo do ano: simplicidade, cuidado, gratidão e fraternidade. As atividades recreativas, as brincadeiras ao ar livre e o tradicional piquenique tornaram o dia ainda mais especial, aproximando os estudantes da natureza e do verdadeiro sentido de estar juntos.

E a diversão não parou por aí! As turmas que brilharam na gincana e encantaram nas apresentações da Festa Junina receberam uma recompensa mais do que merecida: um lanche especial oferecido pela Escola. Uma forma carinhosa de reconhecer todo o empenho, dedicação e entusiasmo que nossos pequenos demonstraram em cada atividade.

Foi um momento de celebrar conquistas, viver a infância em sua plenitude e experimentar a alegria de fazer parte de uma comunidade que aprende, cresce e se diverte junto.

Manhãs de Formação na Chácara da Escola.
12 September 2025

Escrito por: Janete Carolina Deters

Setembro trouxe dias diferentes e memoráveis para nossos estudantes do Ensino Fundamental  Anos Finais e do Ensino Médio. A Chácara da Escola se transformou em cenário de vivências profundas, onde formação e espiritualidade franciscana se entrelaçaram em momentos que tocaram mente, coração e alma.

Essas manhãs não foram apenas encontros. Foram experiências transformadoras, que convidaram cada participante a refletir sobre si mesmo, sobre suas relações e sobre o mundo que o cerca. O fio condutor foi a superação de conflitos e tensões do cotidiano, iluminada pelas virtudes que fortalecem e pelos desafios que os vícios apresentam. Foram sementes lançadas no coração de cada participante. Sementes de reflexão, autoconhecimento e crescimento, que florescerão no cotidiano escolar e também na vida pessoal, tornando cada um mais consciente, mais humano e mais aberto ao outro.  Porque viver a fraternidade não é apenas um valor ensinado,  é um caminho que transforma, inspira e permanece.

Dinâmicas em grupo despertaram a importância da solidariedade e da cooperação, mostrando que juntos somos mais fortes. Os momentos de interiorização abriram espaço para que cada estudante se encontrasse consigo mesmo e, ao mesmo tempo, reconhecesse o valor da empatia e da convivência fraterna. E, como todo encontro verdadeiro, não faltou a partilha: cada estudante trouxe algo para o lanche coletivo, gesto singelo que se tornou símbolo de comunhão e alegria. Afinal, partilhar é muito mais que dividir,  é multiplicar experiências, afetos e aprendizados. Viver a fraternidade não é apenas um valor ensinado,  é um caminho que transforma, inspira e permanece.

 

 

Adolescentes e jovens embarcaram em uma jornada de descobertas e reflexões por meio da leitura da obra Nus por linhas tortas, da escritora e professora Adelaide Paula. A atividade propôs mais do que apenas o contato com a literatura: buscou incentivar a análise crítica de temas atuais, promover o autoconhecimento e ampliar os horizontes dos estudantes.

Nascida em Taguatinga (DF), Adelaide Paula é professora de literatura, teoria literária e escrita criativa. Além disso, é idealizadora e conselheira do NEPFIR-UNB,  Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Feminismos, Interseccionalidades e Raça da Universidade de Brasília. Seu trabalho é marcado pelo incentivo à produção escrita de mulheres negras e pelo compromisso com a transformação social por meio da arte e da educação.

Destinada ao público jovem, a narrativa de Nus por linhas tortas funciona como um catalisador de autoconhecimento e debate. Através de histórias inspiradas no cotidiano, que transitam entre experiências pessoais e questões sociais, a obra convida os leitores a refletir sobre a construção da identidade, os papéis sociais, a desigualdade, o pertencimento e a representatividade.

Com uma linguagem sensível e provocativa, Adelaide estabelece conexões entre a vida individual e a complexidade das relações humanas. Esse encontro entre literatura e juventude reforça o papel transformador da arte como ferramenta de formação crítica, empatia e emancipação.

A leitura do livro culminou em uma aula especial com a presença da autora, proporcionando um momento de partilha e análise. Com sensibilidade e escuta ativa, Adelaide conduziu os estudantes por reflexões profundas sobre cada narrativa, personagem e tema abordado na obra. O encontro foi encerrado com autógrafos e trocas de palavras afetuosas entre a escritora e os alunos.